sexta-feira, 26 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Confederação Brasileira de Judô recebe a CBDE em sua sede
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| Diretor técnico(CBDE) Rafael Serour- Presidente (CBJ)Paulo Wandeley - Presidente da Federação Escolar do Mato Grosso do Sul e ex-atleta do judô Jairo Rodrigues- Secretário-geral (CBDE) Robson Aguiar. |
O presidente da CBJ, Paulo Wandeley Teixeira recebeu hoje a visita de uma comitiva da Confederação Brasileira do Desporto Escolar formada do pelo secretário-geral Robson Aguiar, pelo diretor técnico Rafael Serour e pelo presidente da Federação Escolar do Mato Grosso do Sul e ex-atleta do judô Jairo Rodrigues. O objetivo do encontro foi discutir uma parceria na realização da Gimansíade, maior evento da Federação Internacional do Desporto Escolar e que acontece de 27 de novembro a quatro de dezembro na cidade de Brasília, Distrito Federal.
“Fomos muito bem recebidos aqui pelo professor Paulo Wanderley . A gente acredita que possamos formar uma parceria, não apenas visando a Gimnasíade mas também eventos futuros”, disse o secretário da CBDE, Robson Aguiar.
Brasília ganhou a disputa para sediar a Gimnasíade com a cidade de Palma de Mallorca, na Espanha. O evento levará à capital federal atletas de mais 30 de países que disputarão oito modalidades esportivas: atletismo; natação; ginástica rítmica, artística e aeróbica; judô, caratê e xadrez. As instalações da CBJ impressionaram os representantes da CBDE.
“Se a gente contar, o povo nem acredita. Ter dentro de um aeroporto, nesse caso o Internacional do Rio de Janeiro, uma estrutura com área de treinamento, dormitórios, vestiários, salas de reunião e espaço para as diversas áreas de trabalho, tudo de alto nível, é fantástico. A CBJ é um das referências que nós temos para a nossa confederação e vamos trabalhar para que também possamos chegar um dia a esse nível”, comentou o secretário-geral.
“Ficamos muito satisfeitos com a visita da CBDE. A Confederação Brasileira de Judô está sempre disposta a dividir o seu know-how em organização de eventos com todos os setores que se interessarem. Assim, a CBJ reforça o seu compromisso de fortalecer o judô nos mais diversos níveis, inclusive no escolar, visando a excelência esportiva”, concluiu o presidente Paulo Wanderley Teixeira.
Autor: Assessoria de Imprensa
Fonte: http://www.cbj.com.br/?secao=noticias&detalhes=3070
terça-feira, 23 de abril de 2013
FEERJ chancela Curso de Basquete Escolar e Korfebol
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| Marcelo Korfebol e Guilherme Kroll estarão lançando, em breve, um Curso sobre o Basquete Escolar e o Korfebol como opções pedagógicas |
Os Professores de Educação Física, Guilherme Kroll e Marcelo Soares, estarão, em breve, lançando um Curso sobre Basquete Escolar e Korfebol, importantes ferramentas pedagógicas para a prática esportiva de inclusão.
"Estamos estruturando o curso e estaremos lançando brevemente. Esse será um curso teórico-prático aonde apresentaremos formas dinâmicas modernas de incluir todos os interessados em praticar esportes", afirmou Guilherme Kroll.
"Tenho certeza que o curso será bastante divertido e todos os profissionais que participarem terão enriquecidas suas ferramentas de trabalho para ministrar aulas desportivas aonde a participação da turma seja global", prosseguiu Kroll.
"Vamos organizar um cronograma para atender todo o Interior do Estado. Esse é um dos nossos maiores objetivos. Vamos capacitar e atualizar profissionais em todas as regiões do Rio de Janeiro", concluiu Kroll.
Equipe feminina do Brasil fica em 4º lugar no Mundial de Futebol Escolar
Terminou na tarde de domingo, dia 21, a 24º edição do Campeonato Mundial de Futebol Escolar, que teve início no dia 14 de abril. A competição, que aconteceu na cidade de Bordeaux, na França, reuniu os melhores times estudantis do planeta. 24 equipes masculinas e 15 femininas disputaram o título de melhor do mundo.
A grande final consagrou as meninas da Finlândia que venceram a França por 3 a 1 e levaram o troféu. A Hungria venceu o Brasil na disputa pelo terceiro lugar e acabou ficando com o bronze. Mesmo ficando em quarto lugar, a equipe brasileira fez uma de suas melhores campanhas no mundial. A equipe masculina se despediu do campeonato na quinta (dia 18), ficando na 22º colocação.
O Campeonato Mundial Escolar de Futebol foi organizado pela ISF (Federação Internacional do Desporto Escolar) em parceria com a UNSS (Escola Nacional de Esportes União da França). A delegação brasileira foi formada pela equipe técnica da CBDE – Confederação Brasileira de Desporto Escolar e atletas e dirigentes das escolas Maria Celeste, do Pará, (no feminino) e Heraclito de Castro, do Ceará (no masculino).
A grande final consagrou as meninas da Finlândia que venceram a França por 3 a 1 e levaram o troféu. A Hungria venceu o Brasil na disputa pelo terceiro lugar e acabou ficando com o bronze. Mesmo ficando em quarto lugar, a equipe brasileira fez uma de suas melhores campanhas no mundial. A equipe masculina se despediu do campeonato na quinta (dia 18), ficando na 22º colocação.
O Campeonato Mundial Escolar de Futebol foi organizado pela ISF (Federação Internacional do Desporto Escolar) em parceria com a UNSS (Escola Nacional de Esportes União da França). A delegação brasileira foi formada pela equipe técnica da CBDE – Confederação Brasileira de Desporto Escolar e atletas e dirigentes das escolas Maria Celeste, do Pará, (no feminino) e Heraclito de Castro, do Ceará (no masculino).
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| Escola Maria Celeste, do Pará |
Presidente da CBDE fala da alteração da Lei Pelé e a priorização do esporte nas escolas
O Governo Federal anunciou no dia 09 de abril, através de nota publicada no Diário Oficial, algumas alterações na Lei Pelé, que institui normas gerais sobre o desporto brasileiro com base nos princípios presentes na Constituição. A partir de agora, obrigatoriamente, 10% dos recursos da lei irão para o Desporto Escolar em programação definida conjuntamente com a Confederação Brasileira do Desporto Escolar - CBDE.
Para falar sobre o assunto o portal Esporte Escolar conversou com o sergipano Antônio Hora, atual presidente da CBDE, que falou sobre os planos da Confederação para a nova jornada esportiva estudantil que deve acontecer nos próximos anos. Confira:
E E - A alteração da Lei Pelé estabelece que, obrigatoriamente, 10% dos recursos da lei irão para o Desporto Escolar contemplando diretamente a CBDE. Com esta alteração o que o senhor acredita que irá mudar no cenário esportivo do país?
R – Na verdade os 10% a serem destinados ao Desporto Escolar, do total de 2% do valor arrecadado pelas loterias federais, já estavam garantidos por lei. Todavia, o percentual estava sob a administração exclusiva do COB,CPB e CBC. Parte do valor vem sendo utilizado para a realização das Olimpíadas Escolares Nacionais. O que a regulamentação altera é o fato de determinar que no mínimo 50% dos recursos sejam utilizados nas competições organizadas pela CBDE, além da obrigatoriedade do planejamento ser em conjunto entre COB, CPB, CBC e CBDE para aplicação dos recursos. Ainda precisamos estabelecer contato entre as entidades para que a intencionalidade da lei seja efetivada, ou seja, promover o desenvolvimento e fortalecimento do esporte escolar através da união de forças das entidades de administração esportiva.
E E - Crianças e jovens em fase escolar, necessariamente praticam alguma atividade física na Escola e/ou são incentivados a prática de algum esporte, porém, este ainda é um universo pouco explorado em nosso país, a CBDE acredita que tal fato deva-se, principalmente a que?
R – Sem sombra de dúvidas deve-se a dois fatores: a carência de investimento no Esporte Escolar; e ao equívoco na utilização dos recursos.
Em matéria vinculada em rede de TV, uma determinada emissora realizou um balanço da participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Londres. Na matéria várias autoridades esportivas, entre dirigentes, atletas e técnicos concluíram que a saída para o desenvolvimento esportivo de um país é a priorização do esporte em sua base, ou seja, na escola. Exemplos de outros países que se apresentam como potências olímpicas investiram no esporte escolar e naturalmente os atletas que se destacaram migraram para o Esporte de Rendimento e se transformaram em atletas olímpicos. No Brasil, segundo a reportagem, cerca de 331 milhões foram repassados ao esporte do recurso das loterias, entretanto, por lei, apenas 33 milhões deveriam ser utilizados no Esporte Escolar. Com a otimização da aplicação dos recursos esperamos promover uma mudança considerável no desenvolvimento do Esporte Escolar.
E E - Quais suas expectativas quanto a atuação da CBDE e das Federações a partir da alteração da Lei Pelé?
R – A CBDE já vem atuando de maneira decisiva para o fortalecimento do esporte escolar no Brasil. Nos últimos anos, além de garantir a participação em eventos do calendário oficial escolar, através de convênios com o Ministério do Esporte, também se firmou como realizadora de eventos. A exemplo do Pan-americano Escolar em Juiz de Fora (MG), Sulamericano Escolar em Natal ,já realizados e Gymnasíade (nov. e dez. 2013 Brasília), Mundial de Vôlei de Praia(maio 2015 Aracaju) Pan-americano (2016) a serem realizados.
Esperamos, contudo, que a regulamentação da Lei garanta o repasse do recurso no sentido de assegurar a manutenção das competições nacionais da CBDE e que as federação filiadas também sejam beneficiadas diretamente em suas competições regionais.
E E - Como se deu o envolvimento para alteração da Lei? Quais foram os principais envolvidos?
R – Temos que ter cuidado para não cometermos injustiças, pois entendemos que para se chegar a uma vitória dessa envergadura, muitos esforços foram desprendidos em prol. O que fica depois de tudo é o ato da Presidente Dilma que sensível a causa do desenvolvimento do Esporte Escolar, sancionou o que pode se transformar na "carta de euforia" do setor. Aqui peço espaço para enaltecer o Presidente licenciado Sérgio Moreira Rufino que esteve sempre presente e atuante junto aos políticos que encamparam a nossa causa.
E E - Fale um pouco da responsabilidade que a CBDE terá a partir de agora com a realização dos campeonatos.
R – Inicialmente temos que estabelecer novo Planejamento Estratégico, baseando-se no fato de realizarmos um grande evento que reúna os campeonatos de modalidades separadas que já realizamos. Será uma nova formatação sincronizando eventos para evitar a coincidência de datas entre as competições das confederações especializadas das modalidades e as da CBDE.
Por fim, destaco que o atual momento, além de histórico pelo fato da inclusão das entidades, CBDE e CBDU no texto da lei, também é de cautela. O mais importante é chegarmos ao entendimento de que o fomento do Esporte Escolar está à cima dos interesses individuais das entidades. É o aluno que deve sentir na prática as mudanças para o favorecimento do seu desenvolvimento integral e efetivação do exercício da cidadania. A prática do Esporte Educacional nas escolas deverá passar por transformações em médio prazo para evitar a hiperseletividade característica do esporte de rendimento, pois seus objetivos transcendem ao resultado.
Fonte: portal Esporte Escolar
Para falar sobre o assunto o portal Esporte Escolar conversou com o sergipano Antônio Hora, atual presidente da CBDE, que falou sobre os planos da Confederação para a nova jornada esportiva estudantil que deve acontecer nos próximos anos. Confira:
E E - A alteração da Lei Pelé estabelece que, obrigatoriamente, 10% dos recursos da lei irão para o Desporto Escolar contemplando diretamente a CBDE. Com esta alteração o que o senhor acredita que irá mudar no cenário esportivo do país?
R – Na verdade os 10% a serem destinados ao Desporto Escolar, do total de 2% do valor arrecadado pelas loterias federais, já estavam garantidos por lei. Todavia, o percentual estava sob a administração exclusiva do COB,CPB e CBC. Parte do valor vem sendo utilizado para a realização das Olimpíadas Escolares Nacionais. O que a regulamentação altera é o fato de determinar que no mínimo 50% dos recursos sejam utilizados nas competições organizadas pela CBDE, além da obrigatoriedade do planejamento ser em conjunto entre COB, CPB, CBC e CBDE para aplicação dos recursos. Ainda precisamos estabelecer contato entre as entidades para que a intencionalidade da lei seja efetivada, ou seja, promover o desenvolvimento e fortalecimento do esporte escolar através da união de forças das entidades de administração esportiva.
E E - Crianças e jovens em fase escolar, necessariamente praticam alguma atividade física na Escola e/ou são incentivados a prática de algum esporte, porém, este ainda é um universo pouco explorado em nosso país, a CBDE acredita que tal fato deva-se, principalmente a que?
R – Sem sombra de dúvidas deve-se a dois fatores: a carência de investimento no Esporte Escolar; e ao equívoco na utilização dos recursos.
Em matéria vinculada em rede de TV, uma determinada emissora realizou um balanço da participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Londres. Na matéria várias autoridades esportivas, entre dirigentes, atletas e técnicos concluíram que a saída para o desenvolvimento esportivo de um país é a priorização do esporte em sua base, ou seja, na escola. Exemplos de outros países que se apresentam como potências olímpicas investiram no esporte escolar e naturalmente os atletas que se destacaram migraram para o Esporte de Rendimento e se transformaram em atletas olímpicos. No Brasil, segundo a reportagem, cerca de 331 milhões foram repassados ao esporte do recurso das loterias, entretanto, por lei, apenas 33 milhões deveriam ser utilizados no Esporte Escolar. Com a otimização da aplicação dos recursos esperamos promover uma mudança considerável no desenvolvimento do Esporte Escolar.
E E - Quais suas expectativas quanto a atuação da CBDE e das Federações a partir da alteração da Lei Pelé?
R – A CBDE já vem atuando de maneira decisiva para o fortalecimento do esporte escolar no Brasil. Nos últimos anos, além de garantir a participação em eventos do calendário oficial escolar, através de convênios com o Ministério do Esporte, também se firmou como realizadora de eventos. A exemplo do Pan-americano Escolar em Juiz de Fora (MG), Sulamericano Escolar em Natal ,já realizados e Gymnasíade (nov. e dez. 2013 Brasília), Mundial de Vôlei de Praia(maio 2015 Aracaju) Pan-americano (2016) a serem realizados.
Esperamos, contudo, que a regulamentação da Lei garanta o repasse do recurso no sentido de assegurar a manutenção das competições nacionais da CBDE e que as federação filiadas também sejam beneficiadas diretamente em suas competições regionais.
E E - Como se deu o envolvimento para alteração da Lei? Quais foram os principais envolvidos?
R – Temos que ter cuidado para não cometermos injustiças, pois entendemos que para se chegar a uma vitória dessa envergadura, muitos esforços foram desprendidos em prol. O que fica depois de tudo é o ato da Presidente Dilma que sensível a causa do desenvolvimento do Esporte Escolar, sancionou o que pode se transformar na "carta de euforia" do setor. Aqui peço espaço para enaltecer o Presidente licenciado Sérgio Moreira Rufino que esteve sempre presente e atuante junto aos políticos que encamparam a nossa causa.
E E - Fale um pouco da responsabilidade que a CBDE terá a partir de agora com a realização dos campeonatos.
R – Inicialmente temos que estabelecer novo Planejamento Estratégico, baseando-se no fato de realizarmos um grande evento que reúna os campeonatos de modalidades separadas que já realizamos. Será uma nova formatação sincronizando eventos para evitar a coincidência de datas entre as competições das confederações especializadas das modalidades e as da CBDE.
Por fim, destaco que o atual momento, além de histórico pelo fato da inclusão das entidades, CBDE e CBDU no texto da lei, também é de cautela. O mais importante é chegarmos ao entendimento de que o fomento do Esporte Escolar está à cima dos interesses individuais das entidades. É o aluno que deve sentir na prática as mudanças para o favorecimento do seu desenvolvimento integral e efetivação do exercício da cidadania. A prática do Esporte Educacional nas escolas deverá passar por transformações em médio prazo para evitar a hiperseletividade característica do esporte de rendimento, pois seus objetivos transcendem ao resultado.
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| O Presidente da CBDE, Antônio Hora Filho |
Fonte: portal Esporte Escolar
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Futebol feminino brasileiro se classifica para as Quartas-de-Final do Mundial Escolar 2013
O Brasil vai bem no Campeonato Mundial de Futebol Feminino do Desporto Escolar que está sendo disputado em Bordeaux, França.
A equipe brasileira de futebol feminina da Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), que está sendo representada por uma equipe paraense, atual campeã brasileira, classificou-se, invicta (dois empates e uma vitória: 2 x 2 contra a Turquia; 3 x 0 contra a Bélgica; 1 x 1 contra a Finlândia) e vai disputar a Fase Quartas-de-Final contra a Índia, hoje, às 16:30h, de Bordeaux, França.
A delegação brasileira é chefiada pelo competente Marco Antônio Santos Maia, presidente da Federação Goiana do Desporto Escolar e vem tendo ótima conduta.
A equipe brasileira de futebol feminina da Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), que está sendo representada por uma equipe paraense, atual campeã brasileira, classificou-se, invicta (dois empates e uma vitória: 2 x 2 contra a Turquia; 3 x 0 contra a Bélgica; 1 x 1 contra a Finlândia) e vai disputar a Fase Quartas-de-Final contra a Índia, hoje, às 16:30h, de Bordeaux, França.
A delegação brasileira é chefiada pelo competente Marco Antônio Santos Maia, presidente da Federação Goiana do Desporto Escolar e vem tendo ótima conduta.
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| Marco Antônio Maia no Aeroporto de Bordeaux |
sábado, 13 de abril de 2013
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